segunda-feira, 10 de junho de 2013

As Conversas de Tauane com as Estrelas

APERTE O PLAY

Bem, eu não sei o objetivo desse livro. Não sei o que vai acontecer com ele, não sei o que poderei botar nele... Eu não sei de nada. Não sei de muita coisa, mas sei de coisas que ninguém sabe, talvez seja isso o porquê desse livro, das coisas que eu sei, das coisas que eu sei que sei, das coisas que saberei, em um dia, um ano, em algum lugar.
Quero levá-lo comigo, pra sempre, em todos os lugares, em qualquer lugar, será como um guia, ele me lembrará das minhas dúvidas e me fará refletir cada vez que abri-lo.
Eu vivo cogitando demais... Talvez um papel mereça uma transcrição desses pensamentos confusos, mas ao mesmo tempo, sensatos.
Eu queria saber tanta coisa, quanto mais aprendo, mais percebo que tenho muito mais ao que aprender, sempre de olhos e ouvidos atentos ao mundo, talvez essa seja eu, ou uma parte de mim.
É estranho, sabe, alguém também pensa assim? Alguém tem esses pensamentos que me trazem 1001 tipos de sensações diferentes? Alguns me fazem voar as nuvens acima, podendo avistar a Terra de longe, com as luzes brilhantes das noites iluminadas por cidades, as florestas verdes e o vento correndo, acompanhando as ondas dos mares. Outros, fazem-me afogar em um profundo poço de dúvidas e questões, cuja a resposta está enterrada, cuja a resposta não exista, ou talvez ela esteja bem aqui, debaixo do meu nariz, mas não consigo percebe-la.
Por que com as estrelas? Bem, eu sempre me dei bem com estrelas, elas me entendem melhor, elas me escutam... E eu as admiro, mesmo depois de todo aquele temporal, todas aquelas nuvens escuras e espessas  sobre o céu, as estrelas sempre voltam a noite, a nos prestigiar com seu brilho, com sua beleza encantadora. De uma em uma estrelas, se formam milhões, bilhões, assim formando-se uma noite estrelada, uma noite clara, onde você anda por aí, sem rumo, sem se importar aonde vai, aonde anda, aonde pisa, apenas olhando para o céu, deixando-se levar pelas estrelas, sendo guiado por elas. Talvez seja por isso estrelas, muitas vezes me identifico com elas, elas estão longe, longe de tudo, mas mesmo assim aparecem, aparecem no escuro, com seu brilho próprio.
Talvez nos dias melancólicos eu reclame do quanto eu queria que minha vida mudasse, talvez nos dias felizes eu agradeça pela vida maravilhosa que eu tenho, uma coisa é certa, eu não sei de nada, apenas deixo-me guiar pelas estrelas, pelo mundo a fora, sendo eu, com minhas dúvidas, minhas respostas, meus pensamentos, todos empacotados como DNA's em um cromossomo enorme e colorido, onde cada gene é um pedacinho desse meu universo louco.
Talvez esse seja o objetivo do livro. Nada. Pois nada, bem, o nada... O nada pode ser tudo!


2 comentários:

  1. etaaaaaaaaaaaaaaaaauzes, qro uma cópia do livro!

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    1. JIDSIJASIODASIJODAS quando eu lançar e virar phamosa!

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