sábado, 20 de dezembro de 2014

Os livros que mais me marcaram em cada idade e como

 Há um tempo houve uma "corrente" no facebook, que se você fosse marcado teria que dizer quais os livros que mais mexeram contigo e falar o porquê. Well done, faz tempo que fui marcada nessa corrente, eu achei que nunca fosse responder, pra mim é complicado seletar livros, então decidi facilitar a minha vida, acrescentando um "que mais marcaram em cada idade" e já que reativei meu blog e voltei a escrever, resolvi postar aqui (também postei aqui porque eu já havia premeditado a extensão do texto hahaha). E eu quero falar os que mais me marcaram mesmo, os que mais mexeram comigo, não vou ficar apelando pra livro cult, leio todos os tipos de livros, claro que prefiro alguns gêneros a outros, acontece que não podemos negar um carinho especial por aquele livro que te fez sair dessa realidade e ver o mundo com outros olhos, mergulhar vorazmente nas páginas e passar noites em claro com o pensamento "só mais um capítulos", e é sobre esses livros que eu quero falar, meu amor e fascínio sobre eles.

Vou começar com os meus 10 anos porque foi a idade com que eu comecei a ler livros "maiores".

10 Anos - Alice no País das Maravilhas:
Um clássico. Quem nunca ouviu a estória da Alice e seu maravilhoso mundo? Acontece que é mais do que uma estória para mim. Eu tive uma infância muito imaginativa, criativa, curiosa e observadora, eu era praticamente fora da realidade e vivia no meu mundo, tinha minha visão das coisas, cresci bem independente e aprendendo através das minhas experiências e observações: resumindo, eu e meu mundo, acontece que a maioria das coisas no meu mundo eram criadas na minha cabeça. Minha imaginação era fantástica, dentro da minha cabeça era praticamente um "País das Maravilhas", então, quando eu li o livro, eu me senti em casa, digamos, confortável, aquele era meu mundo, a "loucura" da Alice era a mesma que a minha, éramos presas aos nossos sonhos e eu achava isso fascinante. Era como ver seus sonhos em um livro.
Ilustrações do livro

Segunda foto: meu quarto, escrito Wonderland em azul, pra representar que meu quarto era meu próprio "País das Maravilhas" hahaha

11 Anos - O Senhor dos Anéis:
 Até aqui já da pra perceber minha tendência literária à fantasia e aventura hahaha Mas é, na verdade, SdA entra nos livros que mais me marcaram ao todo, tanto que já cheguei a ler mais de uma vez. Com 11 eu já não me sentia mais uma criança, porém eu ainda era fascinada por tudo aquilo que não condizia com a realidade, na verdade ainda sou, e é claro, o que melhor que a magia pra nos tirar desse tédio corriqueiro que é viver no nosso mundo? Um mundo que condena a fantasia e quanto "mais normal" melhor... SdA foi minha fase mais febril, que dura até hoje. Tolkien me salvou, me refugiou, me acolheu. Lembro-me de todas as noites imaginando a Terra-média, olhando pros mapas de Lothlórien, Gondor e Rivendell grudados na minha parede, admito que chorei várias vezes por não poder "viver naquele mundo" hahaha até hoje tenho vontade de chorar, mas acho que já concebi uma certa "aceitação" quanto a isso. Senhor dos Anéis causou grande efeito sobre mim, eu assistia o filme todos os finais de semana, eu fazia de tudo pra me sentir dentro daquele mundo, de fazer parte dele, foi literalmente um vício, eu entrava naquele mundo e não saia mais, eu estava lá, em Mirkwood, Rivendell, no Condado, nas Minas Tirith, eu simplesmente estava lá, eu vivi aquilo, Tolkien me proporcionou isso, não me proporcionou uma leitura, me proporcionou um mundo novo, e sou extremamente grata até hoje.
Me frustrava quando os filmes terminavam e SEMPRE, SEMPRE chorava no final, e não era porque o Frodo deixava a Terra-média e se despedia de seus amigos, ah, não, era simplesmente por terminar, aquela tela preta que me causava agonia e me fazia chorar, aí eu colocava de novo meu dvd e passava a madrugada inteira assistindo repetidamente, até pegar no sono, uma vez minha mãe até escondeu o dvd pra que eu conseguisse dormir às noites...Falo do filme porque eu li os livros depois, é claro, os filmes eu assisti ainda quando menor, e já gostava muito, mas foi quando eu comecei a ler os livros (que conheci através do filme) que eu literalmente comecei a venerar Tolkien: eu aprendi tengwar e um pouco de quenya (língua dos elfos); eu fiz um caderno anotando informações sobre os lugares, os personagens, as histórias, eu praticamente enchi um caderno; Eu desenhava as criaturas; Eu cheguei até a jogar LOTRO; Eu queria interagir com tudo que se referisse a Tolkien, eu queria vivenciar, aprender, eu queria fazer parte desse mundo e tentei me aproximei dele de várias maneiras, nada me causava mais prazer que isso. "É uma fase" minha mãe dizia, "você tem várias fases", tenho que concordar com a frase: "você tem várias fases", mas: "é só uma fase" eu discoro, até hoje eu sou a prova viva de que não é só uma fase hahaha. Depois de algum tempo eu li os outros livros do Tolkien (O Hobbit, Silmarillion, Os Filhos de Hurin, Os Contos Inacabados) e isso só alimentou mais o meu amor pelo mundo tolkieano. "Minha casa vai ser como Valfenda" "Vou continuar a escrever sobre O Senhor dos Anéis", "Quero construir um parte como a Terra-média", sinto falta dessas fantasias bobas de criança, acontece que, até hoje eu as tenho, guardo em mim como o sonho de uma criança, guardo todo o mundo de Tolkien dentro de mim como uma grande aventura, como uma outra vida, como o mundo perfeito que eu escolhi para passar boa parte da minha infância.
 Fragmento de um comentário que eu fiz sobre Tolkien um dia:
"Tolkien é incrível, ele criou um mundo complexo, com contextos históricos, consequências, lugares fantásticos e personagens incríveis... Um mundo gigante sobre aventura, sobre amor... Quando eu lia eu me sentia tão... na Terra-média... Eu tinha mapas da terra-média no quarto quando eu era mais nova e me pegava deitada na cama olhando pra eles, me imaginando naquele mundo fantástico, naquelas paisagens, com aqueles povos diversificados, tão interessantes, tão diferentes, tão surreais, tão.. magníficos! Era a minha fantasia... Nenhum livro me afetou tanto dessa forma quanto Senhor dos Anéis, por isso sou fascinada até hoje, e sempre serei, marcou minha infância, me fez viver num mundo que eu sempre quis viver, sabe, parece que Tolkien "leu meus pensamentos" e criou um mundo exatamente como eu queria, e os melhores dias da minha foi quando eu pude viver nele... Me identifico muito com o Tolkien e com a vasta imaginação dele... criar um mundo pra refugiar-se, cheio de aventuras e de descobertas, e de alguma forma, torná-lo real..."
Mapas na parede (parede antiga. 2011, agora eu pintei hahaha)
Essa é uma foto antiga, 2009, do orkut ainda (por isso as montagens 100% descoladas rs). Os livros eram da biblioteca. 

12 Anos - As Crônicas de Spiderwick:
 O livro é infantil, a leitura é extremamente fácil e ele não é nada complexo. Ok, até aí, se me pusessem como crítica literária, diria que o livro não é rico em estrutura e não tem nada de mais... Porém, é por causa da minha infância, dos meus sonhos e fantasias que o livro (li em PDF) me aliciou tanto. Jared e sua curiosidade e as criaturas fantásticas (principal motivo de eu me apaixonar tanto pelo livro). Esse livro estimulou muito a minha imaginação, me fez recuperar uma parte de mim que eu havia perdido, pois nessa época eu já não tinha mais tanta aproximação com o fantástico.

13 Anos - Orgulho e Preconceito:
 E aí começa minha história de amor pela Jane Austen. Eu assisti o filme de 2005 e acontece que eu acabei me apaixonando pela história. Eu acabei comprando todos os livros da Jane Austen para ler e terminei de lê-los em algumas semanas, mais uma fase febril! hahaha Que, como todas as outras, ainda dura até hoje, mesmo não sendo tão febril como no princípio, ainda tenho um enorme carinho e amor pela Austen e por seus livros e personagens. Orgulho e Preconceito entra na lista de livros que eu mais li, umas 5 vezes, a leitura era tão boa e me agradou tanto, era fácil de ler e eu devorava cada página como se não houvesse amanhã, foi um dos livros que li mais rápido também, creio que o primeiro que terminei em um dia. Sempre fui fascinada por tudo aquilo que é distante do agora, do comum, então, ler um livro sobre a Regência Britânica (sempre gostei muito da história dos países europeus), sobre a sociedade da época e os costumes é um enorme prazer. Mas o principal motivo de eu me apaixonar tanto pela história foi simplesmente a personagem principal: Elizabeth Bennet, é de fato um dos personagens que mais me cativaram e que eu mais me identifiquei... Nem quero saber do Sr. Darcy... hahaha Eu quero mesmo é saber da Elizabeth!! De suas aventuras, de suas vontades, de seus pensamentos, de seus sonhos, de suas atitudes, em cada página eu me via mais na Elizabeth, por isso a leitura me prendeu tanto, é como se eu fosse ela, se eu passasse pelas mesmas situações, eu vivi o livro exatamente como Elizabeth, e novamente, eu não era uma leitora, era um personagem. Nesse post eu falo mais sobre o meu fascínio e posição quanto às obras da Jane: CLIQUE AQUI.

14 Anos - As Crônicas de Gelo e Fogo:
 Assisti Game of Thrones um ano depois do lançamento da série, e, obviamente, se tornou minha série preferida. Li o livro alguns meses depois e devo dizer que para mim, se tivéssemos que escolher um sucessor de Tolkien, sem dúvidas seria G.R.R. Martin. Martin tem um lado mais sombrio, mas realista, mais medieval e menos mitológico do que Tolkien, apesar de toda a fantasia da saga ASOIAF, o livro está longe de ser um conto de fadas com final feliz, não, apesar de se passar em um mundo "mágico", a história não é utópica, e na verdade eu adoro isso! Quero dizer, qualquer um que já leu ou assistiu As Crônicas de Gelo e Fogo sabe do que estou falando hahaha Todos nós temos uma relação de amor e ódio pelo Martin, afinal, todos já tivemos um personagem preferido morto pelo próprio Martin, um assassino à sangue frio... hahaha Apesar de tudo, amamos ele, amamos esse mundo fantástico, esses milhares de personagens com estórias complexas, um mundo extremamente detalhado, cheio de aventuras, guerras, mistérios... Eu não consigo imaginar Martin finalizando a saga, há tanto para se falar de Westeros e de seus personagens, por isso acho que no final ele vai matar todo mundo... HAHAHAHA Eu amo cada personagem, desde os vilões até os mocinhos mais bobinhos da saga, eu adoro como a estória gira em torno de um núcleo e onde todos os personagens interagem de forma direta e indireta, apesar de o livro ser extenso e a estória inteira complexa e as vezes oculta, tudo se encaixa, o livro te provoca, ele te deixa insatisfeito, querendo mais, querendo saber o que vai acontecer com os seus personagens preferidos ou os que você mais odeia: "Por favor Martin, não mate a Arya, nem o Tyrion, por favor!!" ou "Mata o Joffrey, pelo amor dos 7 deuses, mata essa criatura!!!" hahaha Outro livro que faz você viver o mundo da estória, interagir com os personagens, ser um personagem e sofrer ou jubilar-se com as situações do livro.


15 Anos - Admirável Mundo Novo
 15 anos, a minha evolução da fantasia para a distopia, crítica social, política, ativismo e análises realistas. Deixei de lado um pouco as aventuras e as fantasias para tomar uma posição na realidade, logo eu que sempre fugia dela, comecei a parar de escrever sobre contos fantasiosos e magia, e então inciei minha era argumentativa, questionadora, observadora e crítica, comecei a escrever sobre a vida, a sociedade, sobre o sistema. Não lembro se foi uma mudança radical, só sei que evoluí muito rápido meu senso crítico, que sempre foi aguçado, porém acabou se voltando mais para certos assuntos sociais, na verdade se voltou para muita coisa, mas como vamos falar do livro, que é uma crítica social, então... Admirável Mundo Novo é um livro radical, distópico, e por incrível que pareça, realista (sim, ele pegou os problemas atuais e a sociedade cega em seus conceitos e só "evoluiu" isso de uma forma pessimista, mas os problemas da época eram reais, acontece que no livro ele "exagera" e "aumenta" a negatividade da situação que se daria no futuro, ele coloca a evolução como a regressão à condenação do homem). Ele teve um grande impacto sobre mim, não me deu aquela sensação confortável dos mundos fantásticos, mas ele me ensinou muita coisa. Ele é extremista, mas realista, e apesar de não ser um livro recente (1932), ele consegue captar problemas até da nossa sociedade atual, a predestinação das classes, o totalitarismo, a condenação do homem, a ignorância e o senso comum, onde todos obedecem sem questionar, como uma forma de se conformar e de sentir-se confortável. Admirável mundo novo descreve o nosso futuro, e ele não é nada agradável ou admirável, essa sátira do título combina totalmente com a sátira e crítica social do livro quanto à sociedade e ao sistema. Ele é considerado distópico, mas eu acho que a distopia é uma das melhores formas para desenvolver uma visão de mundo mais aguçada e menos confortada nas pessoas, Admirável Mundo Novo ajudou na contribuição das minhas posições e pensamentos, ele não me causou sensações de prazer, porém, ele mexeu com minha mente, não apenas com meus sentimentos, e hoje em dia é isso que eu busco.

16 Anos - E O Vento Levou
 Esse ano (2014) foi o ano que mais li, uma média de 40 livros, e vários foram extensos, então, foi extremamente difícil escolher um, tanto que a maioria dos livros que li esse ano entraram na minha lista de favoritos (Pilares da Terra, Inferno, Moby Dick, Cem Anos de Solidão, 7 Anos no Tibet, Crime e Castigo, Guerra e Paz, Anne de Green Gables, etc). Acontece que, apesar da dúvida, o livro que mais mexeu comigo esse ano foi E O Vento Levou. Eu li as quase 1000 páginas do livro com uma vontade doida de saber o que aconteceria depois, a história é extremamente envolvente e emotiva. E O Vento Levou não é só um romance clássico, ele incluí muitas críticas políticas, já que ele se passa na Guerra da Secessão, é incrível ver a história contada pelo lado não vitorioso, ver a posição de cada estado, as ideologias, os conflitos e as consequências, o sofrimento das famílias e dos soldados, porque costumam contar a história da guerra de uma forma ilustre, acontece que na realidade não foi nada glorioso, a guerra não é gloriosa, Rhett Butler descreve isso muito bem no livro, criticando os confederados que eram extremante tradicionalistas e conservadores, que viam triunfo e prosperidade na guerra. Creio que aprendi mais sobre a Guerra da Secessão nesse livro do que nas aulas de história hahaha E não só aprendi a história concreta, mas a filosofia e as posições, ideologias, como era realmente e como as pessoas vivenciaram aquela época, é sempre bom ver os dois lados da situação, analisar e aprender essas coisas. A história é complemente cativante, e o melhor de tudo, não é aquele cliché, quero dizer, Scarlett O'hara é uma péssima heroína, não é nada superestimada e estereotipada, ela é frívola às vezes, insensível, insegura mas convicta, irascível, nada compreensível, manipuladora, egoísta, calculista e prepotente, mas acontece que, todos se apaixonam por ela, simplesmente por isso: Ela não é perfeita. Ela é encantadora, apesar das péssimas ações dela no livro, na narrativa compreendemos seus sentimentos, seus motivos, suas vontades e suas justificativas. Não me senti Scarlett O'hara, mas senti tudo o que ela sentiu com cada situação que se passou no livro, pois Margaret Mitchell escreve de forma impactante, a narrativa te prende, te faz querer mais, você começa a ler e não para mais, eu ia ler às 23:00 da noite, com sono, e quando via estava ainda lendo às 04:45 da madrugada, e eu nem percebia, eu estava vivendo aquela história, e mesmo depois de ter terminado o livro com muitas lágrimas, eu ainda estava vivendo aquela história. Também gostei muito das críticas da Mitchell sobre a imposição masculina da época e alguns pensamentos conservadores, e é extremamente prazeroso ver Scarlett quebrar os padrões e cutucar a aquela sociedade, a obstinação e determinação de Scarlett, apesar de todos seus outros defeitos, são coisas que devem ser admiradas, ela continua sendo uma heroína. E O Vento Levou não é aquele conto com final feliz, onde tudo se encaixa, tudo dá certo, como esperamos dos romances, os personagens não são perfeitos ou mocinhos, não são generalizados ou clichés, ele são detalhados e são capazes de transmitir seus sentimentos. O livro te causa insatisfação, indignação, raiva, várias emoções positivas e negativas, é por isso que ele mexeu tanto comigo, foi um dos livros que eu mais tive reações ao ler. Por mim o livro poderia ter mais 1000 páginas e olha, ainda não sei se não pediria mais. hahaha

Conclusão: Meu gosto literário atual está mais voltado a livros com história, mas ao mesmo tempo críticos, que falam sobre a vida, a sociedade, as pessoas, a história da humanidade etc. Enquanto minha infância foi a fantasia, hoje me volto mais à realidade e aos problemas sociais, mas acontece que eu nunca abandonei a fantasia e a imaginação, eu tenho fases, é verdade, porém elas permanecem dentro de mim enquanto adquiro novas fases, gostos e experiências. A maioria dos livros que eu leio hoje são clássicos, isso vem de um gosto pessoal, apenas, acontece que eu gosto de qualquer gênero literário, desde que a leitura seja prazerosa e agregante. Mas enfim, essa lista fala também sobre a minha evolução, não apenas literária, mas intelectual, a minha visão de mundo etc, por isso também achei interessante fazê-la dessa forma.

 E pra concluir esse post extenso e árduo de se fazer, deixo uma música genial pra fechar com chave de ouro: hahahaha (prestem a atenção nas letras)

Um comentário:

  1. Belíssima lista!!

    Posso te dar umas dicas de livros? Então, lá vou eu!

    -1984: Se você gosta de distopia, este livro é um clássico obrigatório.

    -2001: Uma Odisseia no Espaço: Estou apaixonado pela história, pelo filme e pela música Also Sprach Zarathustra (Assim Falou Zaratustra) de Richard Strauss, não só a introdução dela, que é executada no início do filme, mas a música inteira em si. Penso até em ler o livro de Nietzsche que conta a história de Zaratustra mas não sei se a leitura será muito complicada.

    -A Informação: Este livro traça a historia da informação e da comunicação de maneira geral, não em ordem cronológica, mas sim ligando os pontos buscando uma resposta para nosso mundo "globalizado" e altamente informatizado.

    -A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra: O melhor livro que li neste ano. Sinceramente não sei porque não trocaram Mr. por Sr. na tradução.

    A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo. Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler. Mas Jannon é curioso...

    Peguei a sinopse no site da editora, hahahaha.

    Então, gostou da lista?
    Espero que você também goste dos livros.

    Um abraço,
    Vinícius Gil

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